SOBRE O ARTISTA
NELSINHO CORREA
Desde pequeno, eu pensei em ser sacerdote. Fiz curso de Filosofia e entre este e o curso de Teologia, conheci a Márcia, minha esposa. Mas eu sempre ia à Santa Missa e pensava: “Puxa vida, o padre podia falar isso também”.
Eu via a homilia dele e dizia que se eu fosse padre, falaria isso também. Por isso eu queria ser padre. Nunca pensei em diaconato, pois naquela época, isso não era algo tão popular.
Quando fui para Londrina (PR), o arcebispo de lá, dom Albano Bortoletto Cavallin, disse para mim: “Você nunca pensou em ser diácono?”. A partir daí, entrei na escola diaconal e iria começar a fazer Teologia. Mas logo, fui remanejado para Palmas e achei que isso tinha acabado. Mas quando cheguei lá, descobri que também tinha escola diaconal.
Quando vi, já era diácono. Foi algo que Deus encaminhou, e graças a Ele, hoje eu exercito meu diaconato na formação dos membros da Comunidade Canção Nova.
Coisa boa. Ser Canção Nova é bom demais.