Bento XVI visita República Checa, de 26 a 28 de Setembro, para assinalar a festa de São Venceslau, padroeiro do país, 20 anos depois da queda do regime comunista. Esta será a 13ª viagem do Papa fora da Itália e a quarta visita a um país que faz fronteira com a sua Alemanha natal, depois da Polônia (2006), Áustria e da França (2008), a que se juntam outras duas viagens a solo germânico (2005 e 2006). Os três dias na República Checa, com 11 intervenções previstas, incluem passagens por três cidades. O Papa chega a Praga, na manhã de Sábado, 26, dirigindo-se para a igreja de Santa Maria das Vitórias, para venerar a famosa imagem do "Menino Jesus de Praga". De tarde, efetua uma visita de cortesia ao presidente da República e encontra-se com autoridades políticas e civis. O dia conclui-se junto dos sacerdotes, religiosas, seminaristas e movimentos laicais da Igreja Católica. No Domingo, Bento XVI desloca-se a Brno, celebrando a Missa no aeroporto Tufany. Regressa a Praga, onde terá um encontro ecumênico e, no Castelo da cidade, pronunciará um discurso perante membros do mundo acadêmico. O último dia da viagem, 28 de Setembro, inclui uma visita à igreja de São Venceslau, patrono do país, na cidade de Starà Boleslav, onde foi martirizado. Na Missa, o Papa dirigirá uma mensagem aos jovens. A partida para Roma, desde Praga, está marcada para o final da tarde. Já no passado Domingo, Bento XVI falara desta viagem, frisando que a República Checa se encontra, “do ponto de vista geográfico e histórico, no coração da Europa, e depois de ter atravessado os dramas do século passado, tem necessidade, como todo o continente, de reencontrar as razões da fé e da esperança”,.