O arcebispo de Belo Horizonte, D. Walmor Oliveira de Azevedo, indicou a prática do jejum contra a “dinâmica desenfreada e perversa do consumo”. O Arcebispo brasileiro afirmou que o jejum “é um exercício disciplinar portador de vários e indispensáveis benefícios na procura do equilíbrio e na contribuição responsável para equilíbrio comprometidos com o tecido social e político da sociedade contemporânea”.